winds of thunder

Nome: Doris Falcon
Localização: Portugal

Quinta-feira, Junho 30, 2005

How to say good-bye....

I tried so hard to let you go
to forget you, and the times that we laugh together.
But i miss those days and i specialy miss you.
I'll always remenber the last farewell.
I'll always remenber your pain,
and how much i tried to be there for you.
But you gave up and i can't blame you,
i don't know if i would got the courage.
And laying in my arms, pail like the waves drops...
I cry...and i made a promise...
" Some day...some were, i'll find you in someones elses eyes....
and i'll never let you go..."
And i did....twelve years later, i did...
But you were stronger than me, wiser too.
And i was weaked by the fear of loosing you again.
And i did....
Once again you gave up on me...
And it hurt so much...to see you, and be blind,
to sence your presence and go away...
It hurts...but gave me the power to sence, to ear, to predict...
and so i'll keep my promise.
...I'll see you again in someones elses eyes...and i'll try again, and again...
until you find me, in someones eyes too.

Segunda-feira, Junho 27, 2005

Para um amigo

Um amigo é como um livro, cujas páginas vais virando ao longo da vida. Interpretando cada frase, cada palavra...lendo e relembrando, á medida que os anos passam.Como um livro, não devem ser julgados pela sua capa, mas pelo seu interior. Assim também devem ser perdoados se não são bem aquilo que esperava-mos ou perdoar se lhes somos suficiente gratos, pela sua presença no nosso quotidiano.
Eu sou amiga de alguém, esse alguém por sua vez de outro alguém. E por isso espero nunca quebrar essa corrente, continuando a ser amiga de muitos alguéns.

Sexta-feira, Junho 24, 2005

Se...

Se um dia olhasses nos meus olhos,
vias o mar de lágrimas que constantemente derramam,
a dor que consome o coração.

Vias o sol que brilha,
cada vez que me ouves,
sem me interrogar.

Vias o sorriso escancarado,
sempre que sorris e,
me vens dizer olá.

Mas os teus olhos procuram,
para além da minha alma,
aquilo que não te posso dar.

Procuram no silêncio,
os gritos que não me permito gritar,
as lágrimas que não choro,
as gargalhadas que não dou.

E os teus tornam-se tristes, decepcionados,
cravando no meu peito,
a memória do punhal em brasa,
que queima de dentro para fora,
transformando em chaga todo o meu ser.

E com toda a minha força,
permaneço aqui, obstante à dor,
firme no meu amor, no meu carinho,
porque isso é tudo o que sei ser.

Livro...

Se as letras fossem gotas...
as palavras seriam a chuva..
E a chuva seria um mar de frases...
que rebolam na areia das folhas,
da tempestade dum livro.

Então a tempestade torna-se amiga,
a areia desliza pelos dedos,
o mar transforma-se em emoções que,
a chuva rega com suas gotas....
a alma gentil e o coração doce de quem o lê.

Desejo...

Se o vento me enchesse as asas e eu pudesse voar,
Voar até o horizonte puder alcançar,
até nas nuvens de algodão me sentar,
beijar as ondas do mar, voar...

Voar até ti, alcançar o teu sorriso, o teu olhar,
velar o teu sono.
Voar apenas voar.Permanecer perto de ti, simplesmente para te olhar.

Extracto....

Sobre o azul do mar...
Deixei as minhas lágrimas cair.
Sobre o sol escaldante...
Deixei a minha dor queimar.
E sobre a areia, perdi-me no tempo,
Para nunca mais acordar.

silencio II

Se o meu silêncio fala-se .....

contava histórias da vida que se prendem ao ouvido
contava o que vejo quando olho a lua
contava o que sinto na vibração de cada voz, cada música
contava as recordações de cada cheiro, cada perfume
contava o que se esconde por detrás das cores do horizonte
contava simplesmente o que os meus ouvidos ouvem, os olhos vêm e o que o coração sente. Sentimentos que se prendem a cada músculo do meu corpo, tornando-os tensos ou descontraídos.

Se o meu silêncio fala-se .....

as lágrimas fluíam em mim como a água na nascente
o sorriso embora sincero, não esconderia tristeza, dor
partilhar os bons e maus momentos seria mais fácil, e de alma lavada seria livre...

Se o meu silêncio fala-se .....

Vivo...

Vivo de muitos amores, muitas paixões.
Vivo em conflito com todos eles.
Respiro ar para sobreviver.
Sobrevivo de saudades, de sorrisos,
Da gente pequena que me preenche o coração.

Vivo agarrada ao passado.
Vivo perdida no presente.
Respiro a maresia para recordar.
Recordo para não esquecer,
Quem fui, quem sou.

Vivo de lágrimas.
Vivo de segredos.
Morro na água,
que me afoga os medos.

Desalento....

Vagueio pelas ruas desertas pelos cantos escuros.
Procuro no silêncio a voz que me aconchega, me acalma.
Ando..., ando perdida.
Perdida na solidão, onde só a dor me faz companhia com a tristeza como aliada.
Choro..., as lágrimas quentes que caiem pelo rosto são a única sensação de calor deste corpo frio.
Gelo..., já não tenho forças para continuar.
Continuar a lutar contra mim mesma, contra a força interior que ainda me faz levantar a cabeça e olhar em frente.
Desisto..., deixo morrer a luz do meu ser e torno-me invisível, desapareço...

Fragmentos....

O tempo passa ao som do vento e da areia que corre por entre os meus dedos,
voa como a mais bela das aves rasgando o céu azul de um dia de Verão.
Sem dar conta deixei de ser criança, de brincar.
Até os sonhos, sem me aperceber, foram também eles crescendo comigo.
Paro, fico a recordar cada brincadeira, cada queda, cada malandrice.
E tudo parece agora tão distante, tão irreal, que chego a ter duvidas se realmente vivi tudo aquilo.
E dou por mim a rir da criança que um dia fui, espelhada no rosto daquela que agora me chama ... Mãe.

Escrevo...

Escrevo,
para transmitir para o papel aquilo que sinto e não consigo dizer.
para dizer que ainda estou aqui e penso em ti.
para afastar a saudade que me parte o coração.
para sonhar.
para lembrar ou para esquecer.
para ganhar coragem para te dizer que te amo.
para pedir perdão.
para não me sentir só.
Escrevo, escrevo..., sem obter resposta.

Pedaços II

Olhei a lua cheia, estava bela, redonda e grande como nunca. Estava a admira-la, no silêncio da noite apenas na companhia de um grilo que não cansava de cantar.
Senti-me só e a saudade invadiu o meu coração abstraindo-me de todo e qualquer som ou movimento em meu redor. Com os olhos fixos na lua, a saudade deu lugar à tristeza e as lágrimas começaram a cair, quentes pelo meu rosto gelado pelo frio da noite. Pensei que seria capaz de esquecer este amor que me arrebate e me assola, que me tira o chão que piso e me deixa sufocada. Mas quanto mais tempo passa maior é a saudade, a angustia, a tristeza, a dor.
E o pesadelo não passa, já não tenho mais forças para lutar. Sonhei que me resgatavas deste poço sem fundo com o teu amor e me dizias que estava errada, que eras capaz de lutar por mim r fazer prevalecer o teu amor. Apertar-me nos teus braços e perdoar.
A perfeição não é um bem adquirido, é atingido com o tempo e nunca por completo. É saber conviver com os defeitos uns dos outros sem permanecer em silêncio como um dia ambos o fizemos.

Pedaços...

Amei a vida,
tal qual ela se apresentou....
Viajei pelo mundo,
nas asas do amor....
Morri nos braços da paixão.

..........................................................

É com alma que vejo quem passa.
É com o coração que escrevo o que vai na alma.
É com alma que escrevo a dor que vai no coração.

A alma é o meu espelho, e o coração as minhas palavras.

Padeço,

Padeço de uma dor que me atormenta a alma,
que me tira o chao que piso,
que faz cair dos meus olhos a mais fina das águas...
- Uma Lágrima -
É uma ferida aberta que doi infinitamente,
de um amor perdido,
de uma mentira,
que me corroi, hora a hora
Até o nascer de um novo dia.

Quinta-feira, Junho 23, 2005

Pedra Branca

- Coração de Pedra Branca, isento de amor e carinho....
Onde levas tu a amargura que te azeda o peito?

- Levo onde o vento sopra mais forte,
onde a noite é mais escura e onde a solidão não tem cura.

- Coração de Pedra Branca, isento de amor e carinho....
Porque choras tu sozinho?

- Choro, porque sozinho estou e sozinho hei-de ficar,
pois ninguém em mim quer entrar.

- Coração de Pedra Branca, isento de amor e carinho....
Porque não ilumina o sol o teu caminho?

- Porque o amor me foi negado e na tristeza só existe escuridão.

- Coração de Pedra Branca, isento de amor e carinho....
Deixa-me ser a chama....
que ilumina a tua tristeza,
que te faz companhia onde o vento sopra mais forte,
e a noite é mais escura,
e a solidão já tem cura.

Lua

Ontem vi a lua,
estava cheia, enorme.
Ontem vi a lua,
desejei estar ao pé de ti.
Ontem vi a lua,
o meu coração rompia o meu peito.
Ontem vi a lua,
chorei por ti.
Ontem vi a lua,
pensei em ti.
Ontem via a lua,
mas tu não estavas aqui.

balada...

Bate forte, fortemente....
chama por ti...
será saudade ou vontade de te ver?
Mas há pouco, há poucachinho...
tudo parecia calmo neste meu coração.

Fui ver...
a tua fotgrafia em cima da mesa....
E as lágrimas caíam, branca e límpidas,
destes verde-acastanhados olhos.
Eram saudades.

Saudades dos teus olhos castanhos,
do teu cabelo espetado.
Saudades do teu olhar doce,
do teu sorriso malandro.
São saudades, muitas saudades...

Tempo...

Foge por entre os dedos, como a areia da praia que o vento leva....
e o mar lava e traz de volta.
Passa deixando para traz a saudade impressa em cada rosto,
moreno ou claro, novo ou velho.
Não perdoa o que já mais foi perdoado...
deixando a mágoa como recordação.
Voa, como a mais livre das aves....
que sobrevoa o azul cinzento do céu.
Amadorece os mais verdes dos frutos....
desta vida corrida, da gente que vive á sua mercê.
Faz com que a mais linda das lembranças....
se desvaneça sem deixar rasto.

Sonho,

Tu que és a constante da vida,
tu que alegras e entristeces as noites escuras e solitárias
tu que deste vida a muitas paixões e ao mesmo tempos as apagaste de memória.
Tu que choras sem seres magoado,
tu que ris sem teres graça.
Tu amigo e companheiro de longa data,
enganaste-me o coração....e sem ele perdi,
perdi tudo o que me era precioso...inclusivé...tu!


Me Posted by Hello

Quarta-feira, Junho 22, 2005

Silêncio...

Escreves-me o teu silêncio....

Como se tratasse das gotas da chuva....
As lágrimas caídas de um rosto triste,
Tal como o vento que sopra ao ouvido,
Eu oiço-o constantemente....

Partilho seus segredos, seus sussuros....
Que tanto quero gritar.
Procuro a luz que parece explicar,
A ausência dele mesmo.

Escreves-me o teu silêncio....

Que desespera, chora, grita...
Surdez que doi, ferida que queima....
Vazio oco, gélido...
Que mata devagar.

Escreves-me o teu silêncio...

Mas nele perco-te...
Desvaneces, extingues-te...
Como uma chama, sem oxigénio...
Apagas-me.

Sou...

Sou o vento que ninguém ouve,
Sou a chuva que ninguém sente,
Sou a noite sem luar,
Sou o dia sem sol.
Sou o banco do jardim onde ninguém senta,
Sou a força das ondas, que se desvanecem na areia.
Sou tudo e nada ao mesmo tempo.
Quem sou eu?
Tão forte e tão frágil ao mesmo tempo,
Tão visivel e invisivél...., tão só...
Busco-me nos recantos vazios e não me encontro.
Estou perdida...., perdida á espra de socorro que tarda em chegar.
E cada dia que passa se torna mais ténue a esperança que ainda me alimenta.

Pescador

O vento sopra, acariciando as ondas e o rosto do pescador á medida que este ergue no ar as suas redes, lançando-as de seguida á água.
A sua paciência é infinita e o seu destino incerto...só uma certeza no seu coração...o amor á sua arte e ao mar que o vio nascer.

Amor

O amor que cega a alma,
esmaga o coração,
te atira na imensidão.
Flui em cada palavra,
cada expressão do teu ser.

Move-te, agita-te,
para te deixar só
com o gosto doce de um abraço terno,
um beijo solto, de uma lágrima,
que cai no silêncio da noite.

Triste

O lho o mundo e fico triste. Nele já não existe beleza, tudo é baço e frio, tudo é negro e sujo.
Onde estás água espelhada?
Cujo o fundo era vizivel e belo, o seu conteúdo.
Onde estão as arvores verdejantes?
Cujos frutos se confundiam com as aves,nos seus ninhos.
Tudo é tão triste, tão apressado... as pessoas nem se aprecebem da tua degradaçãoe continuam a devastar-te, deixando-te despido da tua alegria.
Transformando-te em cimento, frio, deprimente, triste.
Choro ao olhar o rio, observando os reflexos do sol...mas deixaram de ter aquela beleza de outrora...e que pena, que pena que sinto ao imaginar os tempos que passava a sonhar, a admirá-lo e como era bonito.

Saudades....

Sento-me á beira mar.
A frescura da água, no qunete das minhas pernas fazem-me recuar no tempo e penetrar nas doces recordações dos momentos que passamos juntos.
Quando o teu corpo gelado se colava ao meu quente e me fazia arrepiar.
Quando o teu beijo me despertava da preguiça provocada pelo calor.
Quando as tuas carícias, revelaxavam todo o meu ser.
E a saudade invade-me o coração, sem ser convidada, deixando um vazio profundo e frio.
O gosto amargo na boca torna-se tão intenso como se de uma febre se trata-se.
Choro, choro porque a dor se tornou insepurtável de carregar dentro do peito.
Choro, choro sem conseguir parar...sem conseguir controlar esta força que me domina e me controla.
Que me arrasa e me consome a alma.
é como se o meu corpo tivesse sofrido os piores maltratos e todas as minhas forças tivessem escapado pelos poros da minha pele...deixando-me á mercês de todos os males.
Tremo...uma onda salpica-me a cara resgatando-me do que imaginei ser um pesadelo....mas não. Esta é a realidade crua dos meus ultimos dias....