Sou...
Sou o vento que ninguém ouve,
Sou a chuva que ninguém sente,
Sou a noite sem luar,
Sou o dia sem sol.
Sou o banco do jardim onde ninguém senta,
Sou a força das ondas, que se desvanecem na areia.
Sou tudo e nada ao mesmo tempo.
Quem sou eu?
Tão forte e tão frágil ao mesmo tempo,
Tão visivel e invisivél...., tão só...
Busco-me nos recantos vazios e não me encontro.
Estou perdida...., perdida á espra de socorro que tarda em chegar.
E cada dia que passa se torna mais ténue a esperança que ainda me alimenta.
Sou a chuva que ninguém sente,
Sou a noite sem luar,
Sou o dia sem sol.
Sou o banco do jardim onde ninguém senta,
Sou a força das ondas, que se desvanecem na areia.
Sou tudo e nada ao mesmo tempo.
Quem sou eu?
Tão forte e tão frágil ao mesmo tempo,
Tão visivel e invisivél...., tão só...
Busco-me nos recantos vazios e não me encontro.
Estou perdida...., perdida á espra de socorro que tarda em chegar.
E cada dia que passa se torna mais ténue a esperança que ainda me alimenta.

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