Silêncio...
Escreves-me o teu silêncio....
Como se tratasse das gotas da chuva....
As lágrimas caídas de um rosto triste,
Tal como o vento que sopra ao ouvido,
Eu oiço-o constantemente....
Partilho seus segredos, seus sussuros....
Que tanto quero gritar.
Procuro a luz que parece explicar,
A ausência dele mesmo.
Escreves-me o teu silêncio....
Que desespera, chora, grita...
Surdez que doi, ferida que queima....
Vazio oco, gélido...
Que mata devagar.
Escreves-me o teu silêncio...
Mas nele perco-te...
Desvaneces, extingues-te...
Como uma chama, sem oxigénio...
Apagas-me.
Como se tratasse das gotas da chuva....
As lágrimas caídas de um rosto triste,
Tal como o vento que sopra ao ouvido,
Eu oiço-o constantemente....
Partilho seus segredos, seus sussuros....
Que tanto quero gritar.
Procuro a luz que parece explicar,
A ausência dele mesmo.
Escreves-me o teu silêncio....
Que desespera, chora, grita...
Surdez que doi, ferida que queima....
Vazio oco, gélido...
Que mata devagar.
Escreves-me o teu silêncio...
Mas nele perco-te...
Desvaneces, extingues-te...
Como uma chama, sem oxigénio...
Apagas-me.

1 Comments:
Pois...como diria uma grande pensador "o silencio cria o vazio" cria e modifica tudo ao nosso redor, e assim que podemos verificar todos os nossos sentimentos que se encontram no mais infimo recanto do nosso ser...
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